Em janeiro de 2008, Pamela Slea decidiu comprar uma casa. O processo inicialmente parecia simples – um banco já havia pré-aprovado sua hipoteca, o que exigiria um pagamento que era a soma exata das economias de sua vida. Ela notou uma estranha cláusula no contrato: se nenhum banco aprovar seu empréstimo, ela perderia o seu pagamento por completo. Mas Slea não estava preocupada, ela tinha um salário anual de seis dígitos e um histórico de crédito impecável. Ela assinou.
Em seguida, a recessão chegou e as regras mudaram. Seu corretor lhe disse que a menos que ela dobrasse o pagamento, nenhum banco a aprovaria. Toda a poupança de Slea foi para o pagamento. Ela não tinha escolha: solicitou cartões de crédito com taxas de juros surpreendentemente altas e levou o máximo de dinheiro antecipadamente. Ela pediu dinheiro emprestado a um amigo. Nada disso foi suficiente, então depois do trabalho, ela começou a trabalhar de babá para espremer alguns dólares a mais. Read more
